“O ativismo estético implica descolonizar também o corpo, não apenas a mente.”

Cabelo, raça e gênero se trançam em Ser mujer negra en España, o primeiro livro da comunicadora e ativista Desirée Bela-Lobedde. Sua protagonista é a autora, mas poderia ser qualquer mulher negra residente na Espanha nos anos 1980 ou 90, quando éramos menos que agora, tanto em número quanto em voz.

Entrevistei minha amiga, minha irmã Desirée Bela-Lobedde (Barcelona, 1978) em Madri, quando acabava de estrear como colunista no jornal Público e esperava, com entusiasmo, o lançamento de seu primeiro livro no qual, reconhece, se mostra tal como é, sem faltar nenhum detalhe. Temos a oportunidade de descobri-la, não apenas como a pessoa que denuncia mas também como a garota de Vilanova i la Geltru que cresceu quase órfã de referências e teve que ir se construindo com altos e baixos, até chegar a ser quem é hoje. Ouça-nos e/ou leia-nos agora, porque somos, estamos ou passamos por aqui. Sempre foi assim e temos muito o que dizer.

Vamos começar pelo final: você está a ponto de lançar um livro!

Sim. Ser mujer negra en España fala de minhas experiências como mulher negra na Espanha e o dividi em três etapas: infância, juventude e idade adulta. É um compêndio de memórias com algumas notas históricas ou didáticas que ajudam a compreender tudo e a aterrissar no sistema racista em que vivemos. A ideia é explicar um pouco como chegamos aonde chegamos.

Está muito relacionado ao cabelo. Por quê?

Porque para mim, e acredito que para muitas mulheres negras de minha geração com o tipo 4C como o meu, o cabelo tem sido um assunto muito importante.

O que é 4C?

É uma das classificações que existem sobre cabelo, dependendo da curvatura. O tipo 1 seria o mais liso; o 2, ondulado; o 3 e o 4 seriam cacheados. Além disso, há vários subtipos: a, b, c. É curioso porque, no Twitter, fiz um levantamento e havia pessoas que demoravam a se perceber nessa classificação porque, muitas vezes, não temos um único tipo de cabelo na cabeça, mas vários.

Você gosta que te definam como ativista estética? O que é isso?

É uma forma de ativismo que implica dar recursos às mulheres negras para que aprendam a cuidar de sua pele sem clareá-la e de seu cabelo afro natural sem utilizar produtos para alisá-lo e transformá-lo quimicamente. Vivemos em uma sociedade que demarca cânones de beleza ocidentais pelos quais quanto mais clara é a pele e liso o cabelo, mais aceitas seremos. Isso se traduz em uma pressão e violência que exercemos em nós mesmas, sobre nossos corpos, por uma questão de assimilação. O ativismo estético implica descolonizar também o corpo, não apenas a mente.

Até que ponto nos prejudicamos?

Até pontos, por vezes, insuspeitados. Os produtos de alisamento contêm ingredientes que são disruptores hormonais, de modo que não é só você transformar a textura de seu cabelo ou, no processo de alisamento, você queimar o couro cabeludo, mas como esses produtos contêm soda cáustica e ingredientes, inclusive, usados para limpar águas residuais, estamos metendo em nosso organismo agentes muito tóxicos que são prejudiciais a longo prazo. Nos Estados Unidos, foram biopsiados tumores uterinos em mulheres afroamericanas e foram encontrados partículas dermatizantes. É evidente que a coisa é séria.

Além do dano físico, devemos levar em conta o psicológico, ou seja, o cabelo é mais que o cabelo, no caso das mulheres negras.

Exatamente. Acredito que tenha a ver com a pressão à qual nos vemos submetidas. Crescendo nos anos 80 e 90, sem referências, na televisão quase não se viam mulheres negras e as poucas que apareciam tinham o cabelo alisado. Como você quer se parecer com elas, parece genial que sua mãe te leve ao cabeleireiro para tratar do cabelo. Você não a questiona porque você tem que se parecer com as referências que você admira.

E quando você disse: Basta!

Quando me tornei mãe. Eu alisei pela primeira vez com 15 ou 16 e com 31 ou 32 parei, de modo que fiquei meia-vida fazendo isso a cada três meses. Ser mãe de meninas me fez repensar as coisas. Parecia-me pouco consequente fazer com que minhas filhas amassem seu cabelo, enquanto eu transformava e destruía o meu. Aí veio a mudança.

Isso significa que algumas mães não souberam nos educar a esse respeito?

As mães o fizeram do modo que podiam ou sabiam, com os recursos que tinham. Elas não se libertaram de terem sido escravas desses mesmos cânones que estamos reproduzindo há séculos. Sair disso, com muito menos informação da que temos agora, é complicado.

Quanto a internet tem ajudado?

Muito, porque a internet te permite consumir a informação que você quiser. Graças à rede, comecei a pensar a possibilidade de que haveria algo mais para além do alisamento e comecei minha hair journey.

Por que a nomenclatura associada ao cabelo está frequentemente em inglês?

Quando você começa a entrar nesse mundo, você vai buscando onde sabe que haverá informação. Eu tinha claro que no mundo anglo-saxão haveria. Então as coisas, os primeiros conceitos que você começa a ver à sua volta estão em inglês e você fica com isso. Por outro lado, hair journey [de cabelo e viagem] define superbem esse caminho.

É mesmo uma viagem?

Sim. Após tantos anos de alisamento, muitas de nós não nos lembramos nem como é nossa textura. Você se redescobre e tem que se acostumar com esse novo você, com o cabelo curto, que encolhe, que é seco, que não cai até embaixo, que desperta e suscita muitos comentários.

Você se achou feia?

Sim, ainda que em alguns momentos. Você tem duas maneiras de voltar ao natural: a lenta é o que se denomina transição – você não alisa mais, deixa crescer o cabelo e vai cortando as pontas até tirar tudo. A rápida é o grande corte: você corta tudo e deixa apenas a raiz. Comecei com a transição, cansei rapidamente e com dois meses fiz o grande corte. No começo, me achava esquisita, nem bonita nem feia. Depois passei pelo típico momento em que você tem uma percepção estranha, que o corte baixo não te cai bem, que você ainda não consegue se reconhecer… devo reconhecer que aí sim me via muito feia e que isso é algo muito comum.

No dia em que você cortou o cabelo, você chorou ou sentiu alívio?

Senti alívio. Choro quando vejo outras mulheres nesse processo, sobretudo quando fazem transições longas, cortam a última mecha e choram porque é uma libertação. Pelo menos, considero assim.

Há muitas mulheres que decidiram compartilhar essas experiências pela internet. Por que você fez isso?

Foi em 2011, porque nesse momento havia apenas um blog em espanhol no qual se tratava desses temas, Afrohair, da Tris, uma garota que vive em Barcelona. Deixei-me levar por minha comadre, Gisela, que é blogueira há mais de uma década e me disse: “Como você escreve bem! Por que não cria um blog?”. Como não sou de adiar muito as coisas, disse “bem, ok, vamos lá”. O que começou como um diário de bordo, no qual eu falei do que aprendia sobre meu cabelo e o de minhas filhas, se transformou quando meu conteúdo começou a alcançar pessoas que eu não conhecia, compartilhei penteados, tutoriais de turbantes etc…

Continuando com as viagens… Você iniciou uma que partiu do tema capilar e levou ao antirracismo.

É que, no final, a percepção que se tem dos negros que vivem na Espanha também tem muito de racismo. Por isso, chega um momento em que me custa muito separar o ativismo estético do antirracismo. No final, os cânones de beleza que nos vêm torturando são eurocêntricos, ‘ocidentalocêntricos’ e racistas, de modo que não se pode separar uma coisa da outra.

Mas há pessoas, dentro do ativismo antirracista, para as quais a questão do cabelo parece bastante banal.

Sim, e não tenho nada a dizer sobre isso. Enfim, somos uma comunidade muito diversa e não temos porque estar de acordo com tudo em tudo. O fato de que eu considere que o ativismo estético é importante não me faz nem mais nem menos que as pessoas que consideram que o cabelo não é um espaço de luta dentro da reivindicação de direitos para as pessoas negras.

Você tornou fácil o difícil porque, juntando os seguidores que já tinha e os que foram se somando em suas redes sociais, eles têm chegado a temas sobre os quais têm falado a vida toda na cultura afro, mas que havia pessoas que não concebiam que estavam tendo espaço.

Sim, além disso, acredito que tenho uma forma de me comunicar bastante próxima e amigável, a pessoa recebe bem o que digo e se põe a pensar. Tendo muitos seguidores, é mais fácil agir como porta-voz de coisas sobre as quais você tem falado há muito tempo, mas que talvez não tivessem alcançado determinado segmento.

Quem você alcança?

Mulheres negras, mães brancas ou negras de meninas com o cabelo afro, e depois, como resultado de ter participado como colaboradora em Locas del coño, um público mais amplo, sobretudo mulheres (colocarei aspas) “feministas”, o que também contribuiu com um ponto sobre o feminismo que talvez não tenha sido levantado, uma vez que são consideradas desconstruídas e aliadas de determinadas lutas, mas depois começam a ler e percebem que ainda precisam ser revistos.

E por que as aspas?

Porque chamar-se feminista e menosprezar as opressões de mulheres que são diferentes de você e têm experiências completamente diferentes das suas, a mim, não me parece muito feminista.

Mas você acha que é por uma questão de desprezo ou de ignorância?

Tem de tudo. A base muitas vezes é a ignorância, mas se você não conhece e eu te digo “Ei, isso me machuca”, e a partir daí continua te tratando igual e afirma que isso não é importante ou que o foco está em outro lugar, me amedronta um pouco.

O feminismo é uma questão de ler muito, de viver muito, de escutar muito ou de quê?

O feminismo é uma questão de ser, estar, colaborar, de tudo o que você diz e de contribuir na medida em que você possa, creio.

Você se considera feminista há muito tempo?

Talvez eu já fosse feminista antes, mas ninguém nunca me rotulou, nem eu. Há quatro anos, aproximadamente, venho me denominando abertamente feminista.

Quais outros rótulos você se tem posto?

Muitos. Há um que me faz muita graça, que é o de que faço parte dos feminismos periféricos. Essa forma de designá-lo é feita a partir do feminismo hegemônico, evidentemente, porque desde que começamos a rotular, rotulamos tudo. Também me disseram que sou afrofeminista, feminista negra e, bem, vá lá, entrando em qualificativos depreciativos, feminazi, radical, pai Tomás…

Isso é uma terminologia do coletivo afro. Você poderia explicar o que é pai Tomás, para quem não sabe?

A verdade é que não tenho isso muito claro. É algo que se diz em alguns setores, nos quais também me chamam Black Beauty. Eles têm uma concepção própria sobre o que é a luta e o que não é. Na opinião deles, eu, por estar mais focada no ativismo estético, não contribuo. Por outro lado, como tenho espaços na mídia mais branca, me veem como uma vendida, daí o pai Tomás (que, por sua vez, vem do romance A cabana do pai Tomás).

Tudo era mais fácil quando você falava “apenas” de cabelo?

Sim, mais fácil e mais agradável. Fazer ciberativismo, sobretudo em mídias como o Twitter, é muito hostil, mas a gente aprende a levar isso numa boa.

Como?

Fazendo um trabalho pessoal meio chato para deixar claro que as pessoas interpretam o que você transmite em função de seu sistema de crenças, preconceitos e valores e que, às vezes, cospe em si mesmo. Para mim, é importante ter claro que são pessoas que não me conhecem em absoluto, que talvez estejam me lendo pela primeira vez; porque, em muitas ocasiões, tampouco querem saber e gostam de reclamar. Portanto, a incidência que isso tem que ter em mim, eu decidi que é muito pouca.

Tão importante quanto o ciberativismo é o ativismo off-line, o das ruas?

Tudo o que possamos fazer é importante. Não se trata de isso ser melhor ou pior, mas o que cada um/a pode contribuir de seu espaço e suas possibilidades.

E com o que você está contribuindo?

Por um lado, estou ajudando mulheres negras a se redescobrirem, a se reapaixonarem por si mesmas, a se valorizarem. A via do ativismo estético é uma forma de desaprender muitas coisas, de descolonizar conceitos que, como pessoas negras que crescemos em ambientes brancos, assumimos como negros, porque tudo o que nos foi explicado está gravado de um lado do disco, e não escutamos o outro lado. Para muitas pessoas, o cabelo é uma porta de entrada para repensar coisas em torno de sua imagem, sua identidade ou sua própria história. E então, todos os dias, recebo mensagens de pessoas brancas que me dizem que agora estão muito mais atentas e mais receptivas a ver esses comportamentos mal chamados “microrracistas” que não detectavam e, desde que me leem, passaram a vê-los e até os denunciam.

Como devemos chamá-lo?

Eu prefiro chamá-lo “racismo cotidiano”.

Mais no começo você disse que é mãe. Suas filhas sabem no que você anda metida?

Sim. Sabem que dou entrevistas e, evidentemente, que tenho o canal no YouTube, porque as penteio e se elas me dão seu consentimento, gravo o penteado e disponibilizo nas redes. Sabem que escrevi um livro que sairá em breve… A maior, sobretudo, se orgulha. A menor é uma pessoa muito particular, tem um mundo interior muito rico e é mais na dela, no momento. Também, ela tem apenas 9 anos e ainda é muito criança.

Você gostaria que suas filhas se tornassem youtubers?

Eu gostaria que minhas filhas fossem o que quisessem ser.

Mas você as vê nessa direção?

Elas não se gravam, mas os filmes são montados no sentido mais literal da expressão. Elas começam a brincar com suas bonecas, gravam a brincadeira e editam. No momento, é o que fazem.

Você tem um blog, um canal no YouTube, escreve para o Público e, em breve, lançará seu livro. Você acredita que tudo isso servirá para que suas filhas vivam em um lugar melhor?

A resposta é que espero que sim. Não tenho muito claro se elas vão ver mudanças significativas, mas, evidentemente, se não acreditasse nisso, não o faria.

Você começou com seu blog em 2011. Você não percebe mudanças na sociedade?

Sim, mudanças são notadas. Além de notadas, elas nos tocam, mas é verdade que as comunidades racializadas vão recuperando espaços na mídia, em encontros, em debates…

Você imaginava, quando começou, que chegaria a esse ponto?

Há sete anos alguém me disse que eu chegaria até aqui e morro de rir disso. Mas no sentido “Você está causando, menina, ou o quê?

“Menina”, não?

Menina, sim, sempre, e carinhosa, querida, vistosa…

E tudo isso que você está me contando aparece no livro?

Sim, porque faz parte de minha experiência como menina, adolescente, jovem e mulher na Espanha.

Para o que serviu escrever? Você descobriu algo que desconhecia de você?

Acho que isso me ajudou a ver em perspectiva o que me aconteceu. Estou num ponto em que desenvolvo cada vez mais minha espiritualidade, por isso procuro eliminar as conotações positivas e negativas dos episódios que vivo. São coisas que acontecem, porque têm que acontecer e é isso.

O que você acha dessa onda que ocorre agora de uma geração de estrelas de antirracismo?

Parece-me que, não sendo necessário, é normal em uma sociedade como esta onde vivemos, onde parece que em todas as áreas tem que haver estrelas, influenciadores e líderes.

E quem são suas estrelas do antirracismo?

Revista Negrxs, coletivo EFAE, Conciencia Afro, que tiveram que mudar o nome, infelizmente, Afroféminas, Black Barcelona, United Minds, em Valência e muitos mais.

De fora, admiro a Red Feminista Antimilitarista, de Bogotá; conheci-as há pouco e fiquei encantada com o que fazem. Então, por causa da questão do cabelo, tenho muita relação com Amafrocol, de Cali, Colômbia, que fazem ativismo através do conhecimento do cabelo. A Carolina Contreras, de Miss Rizos, que começou em 2011, como eu, mas na República Dominicana, conheci-a dois anos depois, quando veio a Barcelona. Naquela época, ela estava vivendo nos EUA e, evidentemente, a projeção que teve é muito diferente da que tenho. Voltou para seu país e acabou abrindo seu próprio salão.

Então você acha que se você morasse nos Estados Unidos seria diferente?

Sim, em todos os sentidos. Também a polícia poderia atirar em mim. Em termos de divulgação da mensagem, talvez eu tivesse mais visibilidade ou não, porque como há muito mais pessoas fazendo isso, talvez fosse uma a mais e ponto. Coisa que não seria ruim.

O que é verdade é que ali suas mensagens não seriam “periféricas”

Sim, totalmente.

Você já escreveu um livro. O que te falta?

Plantar uma árvore e montar um balão.

E dentro do universo negro?

Eu não sei, estou aberta a qualquer coisa. Enquanto passo pela vida sem expectativas, qualquer coisa que me aconteça, a recebo e a valorizo. Gostaria de continuar colaborando com Público e com Playground, mídias para as quais escrevo e faço vídeos. Seja como for, quero seguir comunicando e divulgando, que é do que gosto.

E você acha que a falta de expectativas definidas tem a ver com ser mulher negra na Espanha?

Pode ser que sim, no sentido de que, como se espera muito pouco das pessoas negras e como, além disso, quando na época em que fomos criadas (anos 80-90) não havia referências, por carecer delas, chega um momento em que você diz: “Bem, estou fazendo, e agora.”

Você tem dado muitas entrevistas até agora e mais as que vão te pedir com relação ao tema do livro. O que você sabe, desde já, que vão te perguntar? O que não quer que te perguntem?

Vão me perguntar o que é ativismo estético. Vou ter que me gravar e tudo o mais, hahaha. É um termo muito desconhecido porque, como a maioria de meus entrevistadores são pessoas brancas, eles não precisam disso e por isso não sonham com isso. Certamente também perguntarão “Mas você ainda considera que existe racismo?”. Não há uma entrevista sem essa pergunta. Que não me perguntem mais sobre apropriação cultural, já estou farta.

Então não pergunto.

Não! Você ia perguntar?

Na verdade, não, estou esgotada com esse tema, mas quero saber se você tem medo de que aconteça algo durante o lançamento de seu livro.

Muito. Porque me mostro muito e isso sempre dá medo. Já não é mais uma questão do que eles vão pensar, é porque eu digo “eu sou isso”.

E se alguém não gosta “disso” que não olhe?

Sim, ou olhe, mas não se incomode, é isso.

O que você espera?

Qualquer pergunta relacionada a expectativas me mata.

Então, o que você quer?

Quero que você saia já e veja o que isso provoca.

Te desejo muita sorte ou merda, como aos artistas?

Deseje-me paz.

Paz, então.

Obrigada, irmã.

 

Entrevista de Lucía Mbomío publicada em 18 de setembro de 2018 no site da revista Pikara online magazine, disponível em: http://www.pikaramagazine.com/2018/09/desiree-bela-lobedde-libro/.

 

Tradução: Luiz Morando.

Assinaturas-Luiz

 

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