Inventário do desgoverno (3) Relações exteriores, justiça, Enem, Defesa…

– Questionado se poderia suceder Bolsonaro em 2022, Sérgio Moro respondeu: “Eu estou te falando que não vou ser [candidato]. Eu não um político que… minto. Desculpe. Com todo respeito aos políticos. Eu não estou faltando com a verdade.” – HILÁRIO, para ser recortado e guardado.

– São emitidos sinais mais claros de que parte da equipe de Michel Temer poderá continuar no governo e que o próprio Temer poderá ocupar a embaixada do Brasil em Roma!

– Ainda repercute a prova da primeira etapa do Enem e a possibilidade de interferência em sua elaboração pelo presidente eleito. A presidente do INEP, Maria Inês Fini, foi clara: “Não é o governo que manda no Enem.”

– Jair Bolsonaro volta atrás: manterá status de ministério para a pasta do Trabalho e recua na transferência do Ensino superior para a de ciência e Tecnologia.

– Democratas tenta emplacar um terceiro ministro – o da Saúde, deputado federal investigado Luiz Henrique Mandetta.

– Anúncio do ocupante do ministério da Defesa – general Fernando Azevedo e Silva, que ajudou na campanha do capitão e assessorava a presidência do STF no mandato de Dias Toffoli.

– Governo cubano anuncia fim de participação do programa Mais Médicos após o capitão eleito presidente anunciar que desligaria os médicos cubanos do programa. O governo cubano se antecipou ao conhecer os questionamentos feitos por Bolsonaro sobre a qualificação daqueles médicos e sua intenção e modificar o acordo, exigindo revalidação de diplomas e contratação individual. O fim do programa deixará desguarnecido 1/3 dos municípios brasileiros.

– Anúncio do diplomata Ernesto Araújo, indicado pelo pseudofilósofo Olavo Carvalho, para o ministério das Relações Exteriores. Diplomata há 29 anos, Araújo representa o pensamento mais conservador e retrógrado da direita no que toca às relações com a Europa e países do considerado Terceiro Mundo.

– Novas informações sobre a acusação e recebimento de caixa 2 da JBS por Onyx Lorenzoni, futuro ministro da Casa Civil e condutor do processo de transição.

– Nova declaração absurda de Bolsonaro sobre as populações indígenas: “O índio quer ser o que nós somos.” Ele culpa políticas ambientais e indigenistas pelo atraso de algumas regiões do país, como o estado de Roraima (onde estão situadas a Reserva Raposa Serra do Sol e minas de nióbio).

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s